O motor da inovação

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Segundo Alan Turing, criador da computação, uma máquina só poderia ser considerada dotada de inteligência humana, caso ela fosse capaz de: “ser amável, diligente, bonita, amigável, ter iniciativa, senso de humor, distinguir o certo do errado, cometer enganos, apaixonar-se, gostar de morangos com creme, fazer alguém se apaixonar por ela, aprender a partir da experiência, usar palavras corretamente, ser o sujeito de seu próprio pensamento, ter tanta diversidade de comportamento quanto o homem e fazer algo realmente novo.”

Há uma verdade quase científica que diz que todas as tecnologias que o homem possui hoje foram imaginadas como um delírio no passado e para as utopias atuais, é só uma questão de tempo para que também esses sonhos se transformem em realidade.

Ser inventivo é pensar divergentemente, ser capaz de criar algo novo e agir diferente. Trata-se de uma habilidade que pode ser desenvolvida no campo artístico, científico, esportivo, empresarial etc.

A capacidade de imaginar é uma inteligência com a qual todos nascemos. Contudo, a grande maioria das pessoas acaba desaprendendo esta faculdade já nos primeiros anos de vida. A criatividade se perde na educação tradicional, na televisão e com outros fatores sociais que formatam o indivíduo para que ele simplesmente aprenda a responder o que é esperado, e não a fazer as perguntas certas.

A observação combinada com a experimentação constituem a força motriz da inovação. Para desbloquear o potencial criativo é preciso vivenciar e desvendar o mundo com seus próprios olhos, com erros e acertos. Todos somos informados de que o fogo queima, mas somente queimando o dedo você saberá como é.

Existem técnicas e conceitos que vão aguçar a nossa percepção, para que a vida possa novamente ser assimilada em toda sua intensidade, nos mínimos detalhes, não somente as sensações auditivas, olfativas, palatares, tácteis e visuais, mas principalmente a percepção interna das emoções e dos pensamentos.

Neste processo de autoconhecimento entendemos melhor a nossa essência e porque agimos de determinada forma. Porém o mais interessante é que ao compreender isso somos capazes de mudar nossa atitude e nossa forma de ser, quebrando paradigmas.

Tendo uma visão mais clara de como as coisas são de fato e como elas se relacionam, é mais fácil ter um insight de como estes elementos podem ser recombinados ou ressignificados para chegar a um resultado verdadeiramente fora da caixa.

Esforce-se para sair do piloto automático. Cultive hábitos que deem mais fôlego para sua criatividade: quebre a rotina, leia, viaje, ouça música, escreva, namore, estude um instrumento musical, respire, prepare um prato que você nunca fez sem usar receita, descontraia, saia para visitar um lugar que você ainda não conhece, visite amigos, vá a uma exposição de arte, desafie-se, experimente fazer algo diferente todos os dias.

Antonio Prates
Empresário, nascido no Rio de Janeiro e diretor da Escola Itu do Método DeRose, ensina um estilo de vida fundamentado nas boas relações humanas e boa cultura, numa mudança de atitude que estimula o indivíduo a desenvolver o seu máximo potencial.

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